domingo, 13 de julho de 2008

Nunca é tarde

E então, na noite do dia 12 de julho de 2008 (num frio da porra e vestida de mágica), realizei um sonho de infância: pulei numa cama elástica. Eu nunca, NUNCA, tinha pulado numa cama elástica. Lembro que eu sempre via na TV e, quando colocaram uma num shopping que frequentávamos, fui toda empolgadinha. Mas, para meu desgosto, eu já era maior que a porcaria da girafinha que media as crianças que podiam entrar no brinquedo. Traumatizante. Mas tudo bem. Eu superei. Aguardei por este momento e foi ótimo. Olha a situação (Fico impressionada sobre como eu me exponho. Mas essa não é uma foto para guardar. Não mesmo!):



Bom, agora faltam só mais quatro sonhos de infância a serem realizados:
1 - Tirar uma foto com a Xuxa. Eu sei. Ela está feia, chata, decadente, dentuça. Mas, enfim, é um sonho antigo e, em minha longíqua infância, eu daria qualquer coisa para ter uma foto com ela.
2 - Descer num tobogã. É, eu nunca desci num tobogã. Minha mãe nunca deixou, sob uma justificativa tão...boba! Ela tinha medo que eu descesse com o cotovelo apoiado no brinquedo queimando, assim, meu braço.
3 - Brincar numa piscina de bolinhas. Nunca fui, pelo mesmo motivo da cama elástica.
4 - Andar de velotrol numa pista de esqui. Na verdade, essa é uma brincadeira que eu inventei quando criança e era louca para executar. Obviamente, ninguém nunca me deu essa oportunidade. E, bom, sei que nunca realizarei esse desejo que, hoje, é anatomicamente inviável.

UPDATE - 15 DE JULHO, ÀS 11H06

Ao que tudo indica, o que eu chamo de velotrol, em outras cidades tem outro nome. Para acabar com as dúvidas, ei-lo: