terça-feira, 9 de setembro de 2008

O Livro - post III

A frigideira

* É claro para todo mundo que o título "E se eu for uma frigideira?" é um diálogo com aquela história de que toda panela tem sua tampa, certo? E a frigideira, coitada, é uma panelinha sem tampa. Poderia ser também "E se eu for uma bola oito?", já que a bola oito é a única da sinuca que não tem par (a 1 mata a 15, a 2 mata a 14, e assim por diante. E a oito sobra). Mas acho que as pessoas entendem mais de panela que de sinuca. Eu espero! Enfim, sou péssima para dar título às minhas coisas mas, no fim, gostei desse.

* Acabou que a imagem da frigideirinha virou um símbolo dessa minha empreitada e, além disso, combinou com meu sonho antigo que era ter um livro com a capa amarela e detalhes em preto (Amarelo é minha cor da sorte. É, sou cheia dessas coisas). Porém, como eu não tenho a menor destreza para desenhos, contei com o talento e a disponibilidade da minha grande amiga Beta (Ou a capista Roberta Azevedo, como está escrito no colofão do livro. Aliás, vocês sabem o que é colofão? Eu só descobri agora). Agradecimentos eternos à querida Beta.

* O título já tem rendido algumas piadinhas. Meu pai estava aqui falando que ia escrever um livro chamado "E se eu for uma panela de pressão?". Mas aí eu expliquei a ele que, de fato, ele É uma panela de pressão. Afinal, eu nunca vi uma panela mais grudada em sua tampa que a panela de pressão (nunca achei que um dia fosse me referir à minha mãe, ainda que metaforicamente, como uma tampa).

* E foi só aí que eu comecei a fazer associações entre as palavras frígida e frigideira. O que, dentro desse contexto, faz total sentido.

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