quinta-feira, 30 de outubro de 2008

A ciência do amor


Li na Revista Superintessante desse mês uma matéria a respeito dos estudos da ciência sobre os relacionamentos amorosos dos humanos. PRECISO partilhar algumas frases com vocês:

"Mulheres de cintura fina e quadril largo têm filhos mais inteligentes".

[A primeira coisa que pensei foi: "Hum, sendo assim, vou ser mãe de pequenos brilhantes". Mas a segunda coisa que pensei me trouxe um pouco de dúvida sobre a teoria. "Hum, mas eu herdei essas formas da minha mãe. Então eu deveria ser uma pequena brilhante". Como vocês sabem, isso não procede. E a terceira coisa que pensei me fez ter muita dúvida sobre a teoria. Afinal, vocês conseguem imaginar que o cara que vai descobrir a solução para os problemas do aquecimento global, ou a cura definitiva para o câncer, ou ainda inventar uma embalagem de palmito que abra facilmente, possa ser o filho da Mulher Melancia?]

"As mulheres, inclusive, atingem mais orgasmos com homens simétricos".

[HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHA
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Pronto. Parei. Mas é que tanta coisa se explica neste momento. Ces't la vie.]


"A paixão tem data para expirar: até três anos. E o que a faz evaporar é justamente um relacionamento saudável. É isso mesmo: quem destrói os hormônios da paixão são as substâncias que o corpo libera durante os orgasmos".

[Isso faz total sentido. Explica, por exemplo, porque não raramente os homens se "desapaixonam" antes. E signifca também que quanto mais assimétrico o cara for, mais tempo você ficará apaixonada por ele. Rá! É triste, gente. É de rir pra não chorar.]

Ai, eu pretendia encerrar este post com um comentário bem descarado. Mas fiquei com vergonha.

Tchau!