quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

No creo en las bananeiras, pero que las hay las hay

Estava assistindo a uma entrevista com a Juliana Paes, hoje, no programa da Ana Maria Braga (é, pago o maior pau pra Ana desde o episódio Marcelo Silva). Na entrevista, a morena global [/tvfama] contava algumas curiosidades a respeito do povo indiano e de sua personagem na novela Caminho das Índias, Maya. Parece que na Índia existe um costume de a família da noiva consultar um oráculo, antes que ela se case. Assim acontecerá com Maya. Só que, quando o tal do oráculo fizer uma espécie de mapa astral da moça, ele descobrirá que ela tem uma maldição para o amor e fará muito infeliz o homem com quem deve se casar. Então, seguindo as tradições indianas, para tapear os deuses, antes de se casar com um homem, ela subirá ao altar com uma bananeira (leia-se bananeira mesmo). E assim, a maldição que Maya carrega cairá sobre a árvore e, portanto, ela poderá se casar e ser feliz ao lado de um homem.

Eu só fiquei sabendo dessa história hoje. Mas, por algum motivo, já vinha carregando isso no meu inconsciente (deve ser a herança genética, os olhos gigantes não negam) e, por via das dúvidas, contraí matrimônio com um coqueiro.

Sem maldições, homens, avante!


abril de 2008



janeiro de 2009

p.s.: as palavras corretas não são bem oráculo e mapa astral. Mas, desde o acordo ortográfico, não sei mais escrever em indiano.
p.p.s.: eu sei que você, mulher como eu, também pensou: a depender do homem é melhor ficar com a bananeira mesmo.