quarta-feira, 3 de junho de 2009

Serra do Cipó, 30 e 31 de maio de 2009



Esse é o Juquinha. Uma espécie de Cristo Redentor, Torre Eiffel, Estátua da Liberdade da Serra do Cipó. Ok. Eu sei que forço um pouco a barra nas minhas metáforas, mas é mais ou menos tipo isso. Com a grande vantagem de que o Juquinha te recebe literalmente nos braços.




Pole Dance off road. A gente não resiste.




Miss Erosão.




As barracas são legais, embora não tenham sido projetadas para os grandes.




Quem veio do concreto não nega as raízes.




Cinco minutos de acampamento: chave do carro presa dentro do carro. Mas horas depois nossos pequenos brilhantes conseguiram resgatá-la.




Dentro de uma reserva que eu esqueci o nome, voltando de uma cachoeira que eu esqueci o nome.




Eu, posando sensualmente, na cachoeira que esqueci o nome. Muito linda, muito gostosa, mas muito gelada. (A cachoeira, não eu. Eu não sou gelada. Rá!). O bom é que o medinho de ser levada pela correnteza dissipa o frio. E, por alguns minutos, as águas parecem ferver.




Precisam ver nossa cara de felicidade quando a gente avista um parquinho.




Atenção para minha nata destreza para brincar com animais. Parece que estou fazendo um juramento.




Essa turminha da pesada invadiu a Serra do Cipó, aprontando altas confusões: Um Acampamento Muito Louco.